Marina Ruy Barbosa é sinônimo de bom gosto e beleza. Aos 22 anos, ela tornou-se garota propaganda da Eudora, ao lado de Grazi Massafera. Em entrevista exclusiva a QUEM, a atriz compartilhou alguns segredinhos de maquiagem, dicas para quem também é ruiva e conta o que leva sempre na bolsa.

Muitas pessoas de pele clara como você preferem esconder as sardinhas. Qual a sua relação com as suas? Aliás, você prefere base ou BB Cream?
As minhas sardas ficam mais evidentes quando tomo sol. Mas eu e elas convivemos numa boa. Acho até charmoso quando elas aparecem. Eu uso base mais leve no dia a dia. Nos trabalhos, normalmente me permito usar um pouco mais de cobertura até para o efeito ser mais duradouro.

Qual seu item de make essencial?
Sou apaixonada por batons, principalmente os vermelhos! Acho que o batom transforma a maquiagem, dá cor e confiança, sabe? Mas eu também amo máscaras de cílios, deixa o olhar mais poderoso. São meus itens básicos, que carrego comigo sempre.

Quando quer estar mais sexy, em qual tipo de beleza investe?
Além do batom vermelho, que é o meu queridinho, invisto num olho bem iluminado, com delineador.

Qual seu make do dia a dia, aquela que você usa para bater perna no shopping e ir ao cineminha com o maridão?
Base levinha, máscara de cílios, batom nude mais próximo do camurça e um blush rosado, porque combina mais com a minha pele.

Têm muita mulheres ruivas que evitam alguns tons de make por achar que vão bater de frente com o vermelho do cabelo. E você? Tem alguma preferência ou topa tudo?
Eu gosto de tentar coisas novas. Por isso nunca digo “não” logo de primeira para alguma cor de make ou produto. Primeiro experimento pra ter certeza. Não lembro de já ter deixado de usar alguma cor por ser ruiva especificamente. Mas já aconteceu de não me sentir bem com algum tom por não combinar com o meu rosto, o meu gosto.

Qual foi o maior erro de beleza que você já cometeu?
Erro? Não sei se posso chamar de erro… A gente vai mudando a forma como se relaciona com a maquiagem. Pelo menos isso vem acontecendo comigo. Cada vez mais ando na contramão do exagero, do excesso. Um bom produto tem durabilidade sem precisar pesar na mão na hora de usá-lo.

(Revista Quem/Globo)